Quem recebe como autônomo — terapeutas, representantes, profissionais liberais em geral — paga Imposto de Renda todo mês, via carnê-leão, e isso pesa mais do que muita gente percebe. Ajudamos a calcular certo, aproveitar as deduções do livro-caixa e avaliar se abrir CNPJ reduz o imposto.
A maioria dos autônomos chega até nós com o carnê-leão em atraso ou calculado de forma incorreta — o que gera uma declaração de IR complexa no ano seguinte, com risco de malha fina. O primeiro passo é regularizar o que está pendente e organizar os documentos que comprovam as despesas dedutíveis.
Com o livro-caixa bem escriturado, a base de cálculo do carnê-leão cai — e o imposto do mês fica mais próximo do real, sem surpresa na hora de ajustar na declaração anual. Orientamos sobre quais despesas entram no livro: aluguel do consultório ou escritório, materiais, equipamentos e deslocamentos vinculados à atividade.
Uma questão comum é avaliar se faz sentido abrir CNPJ. Em muitos casos — especialmente para quem fatura acima de R$ 8 mil por mês — a tributação via MEI ou ME é bem mais baixa que o carnê-leão. Fazemos essa simulação com os seus números reais antes de qualquer decisão.
É o recolhimento mensal do Imposto de Renda para quem recebe de pessoa física ou do exterior sem vínculo empregatício — a maioria dos autônomos e profissionais liberais.
Depende do volume de receita e das despesas da atividade. Em muitos casos abrir MEI ou ME reduz bastante o imposto — fazemos essa simulação com os números reais.
Sim, várias despesas da atividade entram no livro-caixa e reduzem a base de cálculo do carnê-leão — aluguel do espaço, materiais, entre outras, desde que documentadas.
A omissão de rendimentos aparece na declaração anual do IR e pode gerar multa e juros, além de cair em malha fina. Regularizamos o atraso calculando os DARFs em aberto e orientamos sobre o ajuste na declaração.
Depende de quem paga. Se o cliente for uma empresa (pessoa jurídica), ela costuma exigir nota fiscal de serviço ou recibo. Se for pessoa física, o recibo pode bastar — mas há casos em que a nota é necessária. Orientamos cada situação.